sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

De ninguém, para Carlos Leite.

Slater, o mestre do nosso amado esporte,
 foi capaz de vencer o tempo, com competência, dedicação e um pouco de sorte.

 Em vinte anos de carreira, realizou o impossível,
 ensinando quatro gerações, sempre elevando seu nível. 

Em um esporte que exige flexibilidade, explosão, resistência e muito talento, 
quem em qualquer modalidade reinou por tanto tempo?

 Slater não é Netuno, Poseidon, nem um extraterrestre,
 é o rei do surf, e será o nosso eterno mestre. 

Com dez títulos, não precisa provar mais nada para ninguém,
 mas ele vai e deve continuar, simplesmente pela paixão pelo esporte. 
Amém.




quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Surf Ecológico


Para começar, uma escola de surf é uma empresa como qualquer outra, e como qualquer empresa deveadotar atitudes ecológicas por uma questão de urgência e prioridade, pois vivemos uma fase de tamanha insustentabilidade ecológica da humanidadeque mal sabemos se nossa própria geração sobreviverá a encrenca que nos arrumamos, nem pensar em nossos filhos e netos!
Tem gente que defende a prática do surf como sendo muito pouco impactante ao meio ambiente.
E, dependendo da configuração, pode realmente ser menos impactante do que outros desportos.
Digamos que o adepto de surf se mude para morar a uma distância da praia onde consegue chegar às ondas a pé ou de bicicleta.
Que use uma prancha feita de um polímero eternamente reciclável, com laminação em fibra de bambu e resina de poliester separável da fibra e do bloco, também reciclável.
Que a camisa de lycra seja feita de PET (reciclado), livre do antimônio (substância ultra-tóxica contida no poliester industrial), e que também todas os outros acessórios (roupa de borracha, leash, parafina etc) sejam feitos de materiais ecologicamente viáveis, não-tóxicos e inseríveis sem déficit ambiental em novos ciclos industriais ou no próprio meio ambiente como depósito final.
Que esse adepto incentive a surfar somente pessoas quem também morem perto da praia e que também usem esse tipo de equipamento sustentável.
Aí realmente poderíamos dizer que ele virou um exemplo de um surfista ecologicamente sustentável.
Só que a prancha dele não existe ainda, nem tais acessórios!
Existem sim as tecnologias e as empresas admiráveis que tentam tornar isso uma realidade.
Porém, a reciclagem de fato ainda não acontece/funciona, nem há equipamento de surf no mercado seguramemte depositável e biodegradável na natureza.
Na verdade, a maioria dos surfistas Brasileiros não está nem aí para a sustentabilidade ecológica do esporte. Assim, a disponibilidade de tais produtos e práticas depende de empresários visionários, dispostos a voluntariamento investir MUITO dinheiro no desenvolvimento de tecnologias e materiais sustentáveis, meramente baseado em convicções pessoais ou projeções de mercado de longo prazo muito otimistas, porém sem uma real demanda de mercado, e com pouquíssimos consumidores dispostos a pagar mais por produtos mais ecológicos.
São muito poucas essas empresas do surf que estão firmemente buscando a sustentabilidade ecológica de seus produtos e serviços, e praticamente todas elas são estrangeiras, sem disponibilidade desses produtos no Brasil.
O equipamento – quase tudo material tóxico!
Tem mais. Olhe o exemplo da querida “barca do surf”: 1 tonelada ou mais de substâncias tóxicas chamadas “veículo automotivo” para transportar 1 surfista e 1 prancha (repleta de substâncias tóxicas não recicláveis) para chegar ao pico e de volta para casa.
Mas, o maior impacto ambiental do surfista seguramente é o causado pelo surfista viajante.
Olhe a emissão de carbono e de outros gases (muito piores!) pelo avião em que ele vem e vai embora.
Olhe o lixo produzido na pousada e nos retaurantes onde ele come.
Olhe a eletricidade consumida durante a estadia dele.
Como dono de uma escola de surf eu poderia argumentar:
Mas isso não é de minha responsabilidade! Qual é minha culpa do cliente vier até aqui? Enfim é decisão dele!”
Pois vamos pensar melhor: se o nossos clientes não viessem até a nossa empresa, a quem ensinaríamos então o surf?
Claro que não respondo pelas decisões do meu cliente, mas sim: influencio!
Tenho responsabilidade em relação ao destino “surfístico” em que atuo, bem como pela imagem que este destino transmite ao mercado dos surfistas viajantes (aka: turistas).
Idealmente, nosso pico de surf é bem visto e querido no mercado, para que as pessoas interessadas em aprender e melhorar suas técnicas venham e desfrutem dos nossos serviços.
Portanto vamos nos encarregar naturalmente a cuidar do nosso pico, de nosso destino, divulgar sua boa imagem, e tratar bem nossos clientes, para que eles gostem, voltem e indiquem para os amigos.
E isso não é influenciar na decisão do cliente? Claro que é!
E agora vamos olhar para nossa própria casa: comida, lixo, luz, gás, combustível, água, esgoto, etc e tal…, enfim tudo que consumimos para manter-nos e nossas famílias através da nossa empresa.
É impacto ambiental, e respondemos por ele diretamente.  Assim sendo, é nós, é agora!
Seguem algumas idéias como uma escola de surf pode se tornar ecologicamente sustentável:
  1. monitorar as emissões de carbono da empresa e dos colaboradores, diretos e indiretos, minimizá-las e compensar pelas que sobram, por exemplo através plantação de árvores.
  2. oferecer serviços aos clientes para medir e compensar as emissões de carbono causadas pela viagem de ida e volta ao destino.
  3. usar agentes de limpeza biodegradáveis em vez dos mega-agressivos usados desnecessariamente pela vasta maioria dos Brasileiros
  4. incentivar os clientes a comprar produtos alimentícios locais (ex. coco…) em vez de produtos industriais (ex. coca…)
  5. separar o lixo e organizar/participar de um esquema local de reciclagem/compostagem, em vez de entregar aos gestores públicos que na grande maioria ainda acreditam que os aterros sanitários sejam uma forma adequada de depósito dos resíduos sólidos (enquanto na verdade são comprovadamente 100% insustentáveis ou melhor: são verdadeiras bombas ambientais!).
  6. ao comprar insumos, matéria prima e mercadoria, escolher produtos mais ecológico (por exemplo: a camisa de sua escola de surf feita de algodão orgânico), com menos embalagem e menos tóxicos.
  7. usar sacolas de pano em vez de sacolas plásticas para carregar qualquer coisa
  8. usar papel reciclado se realmente precisar imprimir (melhor: evitar imprimir, envie e-mail com aenxo em vez disso)
  9. comer e vender produtos alimentícios orgânicos, preferencialmente produzidos localmente (lembre do déficit ambiental do frete rodoviário)
  10. usar e promover o uso de transportes ecológicos de curta dsitância, como bicicletas.
  11. construir no mínimo conforme normas ambientais, melhor ainda: excedendo-as por uso de materiais ecológicos e aproveitamento da natureza para ventilar, resfriar, abrigar.
  12. investir em paineis solares para geração de eletricidade
  13. captar água de chuva para reuso
  14. investir em sistemas de gestão biológica dos resíduos líquidos (esgoto), por exemplo através bio-digestores coletivos (ainda com ganho gratúito de gás natural + adubo orgânico!)
  15. regularmente realizar revisão e calibragem de seu veículo motorizado, em oficinas ambientalmente certificadas, para diminuir o gasto em combustível e vazamento de subtâncias tóxicas no meio ambiente
  16. na compra de um novo veículo, optar por um motor menor, mais econômico.
  17. comunicar ao seu shaper da sua vontade e disponibilidade em experimentar pranchas feitas de materiais mais ecológicas do que os tradicionais materiais PU/poliester ou EPS/epoxi.
  18. procurar fornecedores de acessórios de surf ecológicos.
  19. racionalizar o uso de tudo que não é ecológico, através da aplicação de processos operacionais passados por PDCA também em questões ambientais.
  20. ler sobre sciência, tecnologia e meio ambiente para conhecer novas tecnologias e tendências do mundo ambinetal.
  21. apoiar e participar de instituições ambientais locais para mais eficientemente difundir as boas práticas ambientais e as informações que você adquiriu
E a EasyDrop está fazendo isso tudo? Não!
Até agora somente os itens 1, 2, 4, 6, 8, 9, 11, 15, 17, 18, 19, 20, 21 são efetivamente realizados na EasyDrop.
Todos os outros encontram-se em fase de planejamento ou implementação.
Mas vamos chegar lá, não tenho dúvidas.
Então é só isso?
Claro que não, isso é só o início e ao assumirmos nossa responsabilidade pelo meio ambiente vamos encontrar e descobrir mil maneiras mais de nos tornar mais sustentáveis, e como isso pelo menos obter uma chance de amenizar o catástrofe apocalíptico cada vez mais provável de acontecer devido às nossas atitudes não sustentáveis.
A sustentabilidade ecológica de uma escola de surf não é uma questão de crença, marketing, elitarismo, bobagem, loucura.
É nossa contribuição à tentativa de promover a sobrevivência da nossa espécie…

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Pilates para Surfistas

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Os desvios na coluna acarretam muitas dores e limitações. As alterações no alinhamento da coluna são consideradas posturas viciosas e aparecem junto a movimentos cotidianos como sentar, deitar, agachar…
A maior parte dos desvios ocorre na região lombar, a base da coluna onde há maior mobilidade e suporte de maior peso. A reeducação postural, associada à atividade física regular, torna-se importante para a prevenção e correção dessas alterações.
Uma boa postura é fundamental para o desempenho das funções diárias e na prática de esportes, além de prevenir problemas músculo-esqueléticos.
Dores na região lombar são uma das queixas mais comuns entre os surfistas. De cada 100 surfistas, 30 sofrem de dores na coluna cervical e lombar. As principais causas apontadas são a posição durante a remada (onde o praticante deve manter-se por muito tempo em uma posição que contrai e força a região lombar), manobras explosivas com repetidas rotações e compressão da coluna e o “joelinho”.
A maneira mais indicada de se prevenir destes desvios na coluna é a prática de atividades físicas, com exercícios que fortalecem as musculaturas abdominais, espinhais, glúteos e pélvicos trocanterianos. Assim, é possível evitar encurtamentos musculares e lesões, melhorando o rendimento esportivo.
Por isso, encontramos um número cada vez maior de surfistas que recorrem ao Pilates para tratar as dores nas costas e se beneficiar das outras vantagens que o método pode oferecer – trabalho com equilíbrio e flexibilidade, fortalecimento de coluna, braços e pernas, elementos essenciais para a boa prática do surf.
Foi justamente essa queixa que levou o estudante e surfista Rodrigo Bertrand, a procurar o Pilates. “Já fiz RPG e fisioterapia, mas não consegui me livrar das dores nas costas. Ouvi falar sobre os benefícios específicos do Pilates para os surfistas e decidi testar o método. Em dois meses de aula, não sinto mais dores nas costas”, relata Rodrigo, que notou também melhora na flexibilidade e na resistência dentro da água.
“Além de melhorar consideravelmente o meu equilíbrio, o Pilates me proporcionou mais flexibilidade e força muscular. Sem contar que estou mais calmo e consciente em cima da prancha”, completa o estudante Rodrigo Bertrand que surfa há 11 anos e há mais de 2 anos se dedica ao Pilates.
O surfista Clodoaldo Veiga, o Dodô, de 17 anos, também observou mudanças positivas e num período curto de treinamento. O atleta sentia muitas dores nos joelhos e na bacia, além de ter câimbras constantes. “Estou surfando melhor e com mais flexibilidade na onda. Tenho trabalhado bastante as pernas, até pelo fato de muitas vezes ter que entrar em várias baterias em um único dia” diz o surfista.
Em todos os esportes com prancha, em geral, o Pilates pode trazer muitos benefícios, dentre eles, o aumento da coordenação neuromuscular, que é um trabalho mais funcional e específico para o movimento deste tipo de esporte.
No Kite-Surf, o Wakeboard e até mesmo o Skate, o Pilates trabalha a tonificação muscular e melhora a concentração isométrica no momento em que está em pé na prancha e na execução das manobras. Assim, as articulações serão capazes de suportar uma carga maior bem como a coluna cervical e a lombar.
Fontes: Fisioterapeuta Andreia Fornaro, Especialista em Fisioterapia Esportiva e Terapias Manuais / www.clicksurf.com.br

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

" Eu sou haole"

Aí vai um texto muito interessante que li no blog http://gosurf.blog.br, e se você já foi ou já chamou alguém de haole, faça-me o favor de ler este texto.
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Eu sou Haole ! por Fred d' Orey
Os antigos havaianos se preparavam pras cerimônias religiosas com rituais de profunda respiração. Mas como os colonizadores americanos e europeus, que começaram a impregnar o arquipélago, a partir do século 19, pouco se lixavam pra algo tão profundamente importante pros nativos, os havaianos os batizaram de haoles. Ha é respirar e ole é não. Haole, aquele que não respira. Com o passar do tempo, no entanto, passou a ser haole todo aquele que não fosse havaiano. E como o surf e a sua cultura original emanam das ilhas havaianas, o universo do surf incorporou a palavra haole ao seu dicionário. Hoje em dia, haole tem uma conotação negativa, é aquele que não pertence ao pico, que não é local. Seja na Paraíba ou em Uluwatu.
Os anos 70 fizeram a fama do Arpoador. Como naquela época pouca gente morava pros lados da Barra e São Conrado, o fundo do Leblon era uma merda, o pier já tinha sido desmontado, e Copacabana só dava onda no posto 5, raramente, com ondulação de leste e vento sul, coube ao Arpex ser a grande arena da cidade. Palco de diversos campeonatos importantes, como os internacionais Waimea 5000, era colado naquelas pedras que os melhores surfistas do Rio se espremiam pra disputar a próxima série. Gente como Daniel Friedman, Cauli, Andre Pitzalis, Renan Pitanguy, Bocão, Paulo Proença, Otávio e Fábio pacheco, Petit, Jefferson, Rosaldo, Gironso, Fernando Bittencourt, Roberto Coelho, Ismael Miranda. Eu também era dessa turma, morava pertinho, caía no pico todo dia. Comecei de isopor até chegar na fibra. Comecei no inside, mais pro final da onda, perto da escadinha, que era pra onde os mais velhos nos mandavam, atélentamente conquistar a moral de disputar a onda no pico e dropar nas melhores.
Eu era de fato um local. Mas no íntimo sempre me senti meio haole. Isso porque não achava a menor graça em passar o dia de papo encostado na mureta vendo a vida passar. Se tivesse onda em outro pico eu dava um jeito de ir pra lá. Antes mesmo de eu entender alguma coisa sobre previsão das ondas, se o mar não estivesse legal no Arpoador, pegava minha mochila com toalha e short seco, minha prancha (sem capa, naquela época ninguém tinha capa) e ia pra praia de Ipanema esticar o dedo na esperança de arrumar uma carona. Rapidinho alguém parava e lá ia eu surfar ondas diferentes em São Conrado, no Quebra Mar, na Macumba, no Canto do Recreio. Pra não dar uma de folgado, agradecia, deixava minhas coisas num trailer e na volta pegava outra carona. Não foram poucas as vezes que voltei a pé, de noite, de São Conrado porque o último carro ia pra Barra e o meu destino era Ipanema. Chegava acabado em casa, mas cabeção das boas ondas, e, sadicamente, por saber que no Arpoador ninguém surfou.
De noite eu sonhava em botar o pé na estrada. Me via surfando na África, no Hawaii, no Peru, Califórnia, Marrocos. Não queria de forma alguma ficar preso num só lugar. Ser local de um pico único me parecia muito mais uma limitação do que uma vantagem. Viajando você cresce, aprende um monte de coisa, conhece um monte gente, fica mais interessante, surfa ondas diferentes, melhora sua performance.
Mesmo assim não existe pior xingamento pra um surfista do que haole, o que é uma estupidez. Anos de observação me levam a concluir que nada pode ser pior pra um pico de surf e pras pessoas que freqüentam a praia do que esse mesmo pico ter sido tomado pelos locais. Como esses locais costumam ser surfistas medíocres, instala-se no topo da pirâmide maus surfistas, o que faz com que o nível do pico despenque (vejam o que aconteceu com o Quebra Mar). Sem competição não tem evolução. E se haole é aquele cara que não se prende a uma única praia, que é curioso, que tá sempre viajando, que gosta de aprender, então esse sou eu. Eu sou haole. Sou o maior dos haoles. E se haole é o oposto desses idiotas que picham as pedras da praia, furam pneu e gostam de aparecer quando no meio da tribo, eu sou mais haole do que nunca. Por isso, pense bem antes de chamar alguém de haole. Você pode estar elogiando o cara sem saber.
Texto de: Fred d' Orey


Fonte: Revista Fluir
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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Weekend

Sair de um show e tocar direto pra praia surfar não é uma das coisas recomendadas por médicos ou veterinários, mas este fim de semana resolvemos fazer isso. O show, era do Dazaranha, portanto é isento de comentários, foi muito bom, mas depois do show, é que a trip começou. Literalmente jogamos as coisas dentro do carro, mas só o essencial (maçãs, bananas, muita água, duas mudas de roupas, duas toalhas, barraca e as pranchas), e partimos para o nosso rumo. A previsão era confusa e não era possível saber ao certo se iria rolar onda ou não, mas mesmo assim resolvemos arriscar. Quando chegamos olhando da areia a imagem não era das mais animadoras, mas criava uma expectativa. Resolvemos entrar ao invés de dormir, e não nos arrependemos. O vento que era inexistente virou junto com a maré, e o mar cresceu nos favorecendo durante o dia todo. A noite tomamos um banho de mar e colocamos as roupas. Com a "barba" e a sobrancelha  cheias de areia, fomos a um barzinho escutar uma música ao vivo e é claro, tomar muito café. Papo vai, música vem, surge um Trio Elétrico no meio da rua, e pronto, a noite estava feita. Sem mais detalhes, começou o segundo dia. Novamente muito surf, muito sol na cara e narizes vermelhos.
Não precisamos de banquetes, chuveiros quentes, camas confortáveis, apenas de boa companhia, boas ondas, e o resto é pura improvisação! E eu digo que é nessas horas que damos valor ao que temos facilmente todo o dia. Essa simplicidade poderia tomar conta de mais pessoas e quem sabe assim não seria necessárias as melhores festas, melhores carros ou melhores tudo pra uma pessoa se sentir realizada.

Enfim, como diz uma propaganda ai: "O bom da vida é ser feliz!"
Então que cada um seja da sua forma, sem magoar ninguém.

Aloooha!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

3 R's - Reduce, Reuse, Recycle.

Muitas pessoas falam em reciclagem, como se isso fosse a chave pra tudo. Bem, não sou o dono da verdade e nem possuo todo o conhecimento sobre o assunto, mas vou repassar uma lição aprendida com meu amado Pai.

1°- Sim o planeta está em uma zona de risco, mas não vai acabar amanhã, vai ser ONTEM;
2°- Meio ambiente, engloba muitas coisas além das lindas plantinhas verdes. Não podemos esquecer que nós também fazemos parte dele;

Temos sim que reavaliar nossos atos, afinal o único culpado disso tudo somos nós, e SIM, pequenas ações podem mudar o mundo. O que é o mundo para você? Você conhece todo o mundo, o todo mundo? Então tente ao menos mudar e fazer algo pelo seu mundo. Não estamos falando de violência, drogas, orégano e outras coisas do gênero. Estamos tratando de ética e não de moral, cuja diferença é bem determinada. O sistema de desenvolvimento que rege a maioria da nossa civilização está em crise, pois um sistema que prioriza mais os bens materiais, do que a qualidade de vida e o acesso às condições mínimas de sobrevivência aos seres da nossa própria espécie e a preservação ambiental com certeza estão em crise. Foi criado um paradigma – pessoas sem dinheiro não possuem valor já que não fazem o sistema “andar” e se desenvolver -. Com esta visão, é gerada uma tendência que já pode ser notada no contexto atual: ricos cada vez mais ricos e pobres cada vez mais pobres. É possível expressar isto de diversas formas e palavras, como desigualdade social, má distribuição de renda, pobreza, fome, miséria, violência, mas o que deve ser analisado é que isto na realidade não é uma forma de expressão, mas sim conseqüências do paradigma citado anteriormente.
Portanto apliquem os 3R's para vocês, no seu dia-a-dia, mudem seu mundo, abram a cabeça , e é claro, respeitem ao próximo e ao meio ambiente.

( Jack Johnson - 3 R's )

ALOHA

Flat

Se sua vida anda flat, como o mar  na maioria dos dias desse verão, bem vindo a este post. Verão significa mares baixos, vento maral, um crowd insuportável cheio de novatos e alguns irresponsáveis, e por último mas não menos importante, as nossas amigas águas vivas. Dias de mares clássicos praticamente não existem, e quando chega perto disso, a praia parece um formigueiro. E o que nós podemos fazer? 
Como tudo na vida, devemos encarar isso como um obstáculo a ser cruzado, e muito facilmente com criatividade e percepção, e sem nenhuma preguiça. Como todas as coisas ruins, possuem seu lado bom, o verão também têm, e muitos. Se o mar não está pra surf, nós podemos...
Bem, quando descobrirem o que é possível fazer, favor me avisar!

( Armandinho - Bomba Netuno )


ALOHA!